OneCan https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br Metal Can Summit & Expo Tue, 15 Sep 2026 13:50:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.1 https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onecan-favicon-150x150.png OneCan https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br 32 32 Embalagens metálicas: onde estão as novas oportunidades para fornecedores da indústria? https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/embalagens-metalicas-onde-estao-as-novas-oportunidades-para-fornecedores-da-industria/ https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/embalagens-metalicas-onde-estao-as-novas-oportunidades-para-fornecedores-da-industria/#respond Tue, 15 Sep 2026 13:50:06 +0000 https://onecan.com.br/?p=2341 O Brasil comercializou 34,1 bilhões de latas de alumínio para bebidas em 2025 e ocupa a terceira posição mundial na produção. Além das bebidas, alimentos, aerossóis, cosméticos e tintas movimentam demandas por materiais, revestimentos, equipamentos, automação e componentes. A estreia da OneCan Metal Can Summit & Expo, em abril de 2027, coloca esse movimento em evidência ao criar, pela primeira vez na América Latina, um encontro dedicado exclusivamente à indústria de embalagens metálicas.

Um mercado em expansão

As embalagens metálicas ganharam uma escala bem diferente no Brasil ao longo dos últimos anos. Em 2009, o mercado de latas de alumínio para bebidas estava na casa de 20 bilhões de unidades. Em 2025, foram 34,1 bilhões comercializadas, um avanço superior a 70% em 16 anos e o segundo maior volume da série histórica. Nesse intervalo, a cadeia também se diversificou e passou a incorporar novas soluções.

Não é à toa que o Brasil ocupa hoje a terceira posição mundial na produção de latas de alumínio, atrás apenas de Estados Unidos e China. Cerca de um quarto de todo o alumínio comercializado no país é consumido pelo segmento de bebidas, um indicador da dimensão que essa aplicação alcançou dentro da economia nacional.

Só que a oportunidade vai além das linhas que produzem latas para refrigerantes, cervejas e outras bebidas. Aerossóis, alimentos, tintas, cosméticos e bens de consumo ampliam o campo de atuação das embalagens de aço e alumínio e trazem necessidades próprias de materiais, equipamentos, revestimentos, impressão, fechamento, automação e controle.

E uma forma de identificar onde podem surgir os próximos negócios é acompanhar as transformações e entender o que elas passam a exigir de quem quer crescer junto com esse movimento.

Índice

  1. Embalagens metálicas movimentam uma cadeia de fornecedores especializados
  2. Novas aplicações levam a lata para diferentes indústrias
  3. Tecnologia muda o que uma embalagem pode entregar
  4. Design e premiumização criam outras formas de gerar valor
  5. Onde estão as oportunidades para fornecedores?
  6. OneCan aproxima quem produz de quem transforma o setor
  7. Perguntas frequentes sobre o mercado de embalagens metálicas

1. Embalagens metálicas movimentam uma cadeia de fornecedores especializados

Chegar a dezenas de bilhões de unidades por ano exige uma estrutura que começa bem antes de a embalagem entrar na linha de envase. O metal passa por transformação, revestimento, impressão e moldagem, em processos que também dependem de sistemas de fechamento, máquinas, inspeção e automação para manter qualidade e eficiência em grande escala.

É aí que o tamanho desse mercado passa a interessar diretamente a quem fornece para a indústria. Uma produção desse porte demanda equipamentos, componentes, materiais, tecnologias, acabamentos, serviços especializados e soluções logísticas capazes de acompanhar o ritmo das fábricas e suas exigências técnicas.

No Brasil, os 34,1 bilhões de latas para bebidas comercializadas em 2025 dão uma medida concreta dessa atividade. A posição do país entre os principais produtores mundiais reforça a presença de uma estrutura industrial consolidada, na qual diversas empresas participam antes que cada unidade chegue ao consumidor.

Esse ritmo também se traduz em novas exigências de produção, que passam por redução de perdas, rastreabilidade, automação, melhor aproveitamento de recursos e economia circular, pontos que vêm orientando decisões dentro das fábricas. Responder a essas necessidades coloca os fornecedores em uma posição estratégica, justamente porque parte da evolução das embalagens metálicas passa pelas tecnologias, materiais e serviços que eles levam para a produção.

2. Novas aplicações levam a lata para diferentes indústrias

As bebidas mostram bem o tamanho das embalagens metálicas no Brasil, mas representam apenas uma parte das aplicações atendidas por essa indústria. Conservas, pescados, produtos químicos, tintas, itens de higiene, cosméticos e aerossóis levam aço e alumínio para linhas de produção com características próprias e, consequentemente, demandam materiais diferenciados, componentes, equipamentos e conhecimentos técnicos.

Entre essas aplicações, os aerossóis dão uma boa medida desse potencial, já que o Brasil é o 4º maior produtor global do setor, com 1,4 bilhão de unidades fabricadas em 2023, segundo a Associação Brasileira de Aerossóis (ABAS). No mesmo ano, o segmento gerou R$ 30 bilhões em receita, tendo os cuidados pessoais na liderança da produção nacional, com 63%, seguidos por outras aplicações, inseticidas e produtos para a casa.

A variedade entre esses segmentos interessa diretamente aos fornecedores porque cada aplicação traz requisitos específicos para a embalagem e para seu processo produtivo. Latas de tintas precisam atender a condições diferentes daquelas destinadas aos alimentos; aerossóis incorporam válvulas, propelentes e sistemas próprios de envase; já conservas e pescados exigem vedação, revestimentos adequados ao contato com o conteúdo e resistência aos processos de conservação.

Essas particularidades geram oportunidades para novos negócios, seja para uma empresa que atende às necessidades de uma linha de aerossóis, desenvolve componentes para alimentos ou oferece equipamentos e materiais destinados a outras categorias. Com aplicações cada vez mais variadas, ganham relevância as empresas capazes de atender às características de cada produção.

3. Tecnologia muda o que uma embalagem pode entregar

Uma conserva armazenada à temperatura ambiente é um bom exemplo de quanta tecnologia pode existir em algo aparentemente simples como uma lata. A combinação entre material, revestimento interno, vedação e processamento térmico permite encontrar nas prateleiras produtos como vegetais, pescados, carnes, molhos e refeições prontas com vida útil prolongada, sem depender da cadeia de congelamento.

Parte dessa evolução também acompanha escolhas cada vez mais ligadas à praticidade no dia a dia. Tampas abre-fácil presentes em latas de atum, milho, ervilha e outros alimentos mostram como uma característica técnica pode facilitar o uso sem comprometer a vedação necessária durante o processamento e o armazenamento. A possibilidade de manter determinados alimentos por longos períodos em temperatura ambiente também favorece compras para consumo posterior e ocasiões de uso. Por dentro, revestimentos funcionam como uma barreira entre o alimento e o metal e podem ser desenvolvidos para lidar com características específicas do conteúdo, inclusive produtos mais ácidos ou salgados, como frutas, vegetais e pescados.

Esse desenvolvimento continua avançando, inclusive na composição dos materiais usados no interior das embalagens. Já existem revestimentos internos formulados sem adição intencional de substâncias como BPA e PFAS para latas de bebidas e alimentos, e novas formulações buscam combinar resistência à corrosão, preservação de sabor e desempenho nas linhas de produção. Há soluções preparadas para suportar processos como pasteurização, envase a quente e esterilização em retorta, o que mostra como uma mudança pouco visível na embalagem pode responder a exigências bastante específicas.

Na fabricação, a tecnologia participa de etapas importantes do controle de qualidade, com câmeras e sistemas automatizados capazes de inspecionar tampas, fechamentos e possíveis defeitos nas embalagens, além de equipamentos e controles de processo voltados a manter a consistência em linhas que operam em alta velocidade. Em uma produção de milhões de unidades, avanços em precisão, manutenção, controle e aproveitamento de recursos podem representar ganhos relevantes para a operação e abrir portas para mais fornecedores especializados.

São essas demandas que criam possibilidades para empresas de tecnologia, equipamentos, revestimentos e componentes, muitas vezes a partir de melhorias pontuais que fazem diferença no resultado final. Uma tampa mais funcional, uma barreira adequada a determinado alimento, uma inspeção mais precisa ou um processo capaz de reduzir perdas são exemplos de respostas que podem nascer dentro da própria produção e acompanhar tanto as necessidades das fábricas quanto as novas formas de consumo.

4. Design e premiumização criam outras formas de gerar valor

Há ainda situações em que o metal assume um papel bastante visível na apresentação do produto. Cosméticos, itens de beleza, kits especiais, edições comemorativas e embalagens colecionáveis exploram formatos, acabamentos e impressões capazes de fazer parte da identidade que a marca deseja construir.

Nesse tipo de aplicação, características como textura, brilho, formato, abertura e qualidade gráfica passam a influenciar a experiência oferecida ao consumidor. Uma mesma base metálica pode assumir propostas bastante diferentes conforme o trabalho realizado sobre sua superfície e sua estrutura.

Isso amplia as possibilidades para empresas especializadas em impressão, decoração, acabamentos, design, componentes e sistemas de fechamento. Também cria espaço para desenvolvimento conjunto entre marcas, fabricantes de embalagens e fornecedores, principalmente quando o objetivo é chegar a uma solução que se diferencie na prateleira sem perder eficiência produtiva.

Soma-se a isso a busca por premiumização, em que a embalagem deixa de apenas responder a exigências técnicas para comunicar posicionamento e aumentar a percepção de valor, aproximando a criatividade da capacidade industrial no desenvolvimento de soluções.

5. Onde estão as oportunidades para fornecedores?

Há espaço para quem fornece materiais e componentes, mas também para negócios especializados em tecnologia, eficiência, acabamento, controle e soluções ambientais, veja a seguir:

Área de atuação Demandas que podem abrir oportunidades
Materiais e revestimentos Proteção do conteúdo, desempenho técnico e adequação a diferentes aplicações
Máquinas e automação Produtividade, precisão, integração de processos e eficiência das linhas
Impressão e acabamento Personalização, diferenciação visual e desenvolvimento de embalagens premium
Tampas, válvulas e fechamentos Segurança, vedação, conveniência e adaptação a variedade de produtos
Inspeção e controle Qualidade, rastreabilidade, padronização e redução de perdas
Eficiência e circularidade Melhor aproveitamento de recursos, reciclagem, logística reversa e redução de impactos

Esse cenário mostra como melhorias bastante específicas podem encontrar aplicação comercial. Uma solução capaz de melhorar o fechamento, reduzir perdas, aumentar a precisão da linha ou entregar um acabamento diferente já atua sobre uma necessidade concreta da cadeia.

Também é por isso que olhar apenas para o número de latas produzidas conta uma parte da história. Os bilhões de unidades dão escala ao mercado, já a variedade de aplicações e as transformações nos processos mostram quantas especialidades participam dele.

6. OneCan aproxima quem produz de quem transforma o setor

Uma cadeia que reúne tantas aplicações, especialidades e possibilidades de inovação precisa de lugares onde essas pontas possam se encontrar. É com essa proposta que chega a OneCan Metal Can Summit & Expo, primeiro evento da América Latina dedicado exclusivamente à indústria de embalagens metálicas.

De 6 a 8 de abril de 2027, no Distrito Anhembi, em São Paulo, a primeira edição vai colocar lado a lado fabricantes, fornecedores, marcas e especialistas que participam de diversas etapas desse universo. Matérias-primas, componentes, máquinas, tecnologias, design, logística e reciclagem estarão entre os temas presentes, criando um ambiente para apresentar projetos, conhecer novas demandas e conversar diretamente com profissionais que buscam respostas para os desafios do negócio.

Estar nessa primeira edição também significa acompanhar de perto as discussões de um segmento que segue ganhando novas aplicações e exigências. Entre uma solução apresentada e uma conversa iniciada, podem surgir contatos, parcerias e projetos capazes de continuar muito além dos três dias de evento.

 

OneCan Metal Can Summit & Expo 2027

Onde as novas soluções da indústria se encontram

A OneCan reúne fabricantes de embalagens metálicas, fornecedores, marcas e especialistas em um evento criado para aproximar quem desenvolve soluções de quem procura novas tecnologias, materiais, equipamentos e parceiros. Para o expositor, são três dias para apresentar seu trabalho, gerar contatos e ocupar espaço nas conversas que estão desenhando os próximos caminhos dessa indústria.

Saiba como expor

 

7. Perguntas frequentes sobre o mercado de embalagens metálicas

O mercado brasileiro de embalagens metálicas está crescendo?

O segmento de latas de alumínio para bebidas mostra uma expansão importante nas últimas décadas. O volume comercializado passou da casa de 20 bilhões de unidades em 2009 para 34,1 bilhões em 2025, crescimento superior a 70% em 16 anos. O Brasil também ocupa posição de destaque entre os maiores mercados e produtores globais.

Quais setores utilizam embalagens metálicas?

As aplicações incluem bebidas, alimentos processados e conservas, aerossóis, tintas, produtos químicos, cosméticos, itens de higiene e diferentes bens de consumo. As características de cada produto criam necessidades específicas de materiais, revestimentos, componentes, equipamentos e processos.

Quais oportunidades existem para fornecedores da indústria de embalagens metálicas?

Há oportunidades em uma série de pontos da cadeia, incluindo materiais e revestimentos, máquinas, automação, impressão e acabamento, válvulas, tampas e fechamentos, inspeção, controle de qualidade, rastreabilidade, logística, reciclagem e soluções voltadas à eficiência produtiva.

O que é a OneCan Metal Can Summit & Expo?

A OneCan é o primeiro evento da América Latina dedicado exclusivamente à indústria de embalagens metálicas. Sua primeira edição acontece de 6 a 8 de abril de 2027, no Distrito Anhembi, em São Paulo, reunindo fabricantes, fornecedores, marcas e especialistas de diversas áreas dessa cadeia.

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Embalagens metálicas como estratégia logística: eficiência e competitividade na cadeia de suprimentos https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/embalagens-metalicas-como-estrategia-logistica-eficiencia-e-competitividade-na-cadeia-de-suprimentos/ https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/embalagens-metalicas-como-estrategia-logistica-eficiencia-e-competitividade-na-cadeia-de-suprimentos/#respond Mon, 27 Jul 2026 17:10:13 +0000 https://onecan.com.br/?p=2008 Como embalagens de aço e alumínio impulsionam a eficiência logística, reduzem perdas e fortalecem cadeias de suprimentos mais sustentáveis e resilientes.

A logística deixou de ser apenas uma atividade de transporte e armazenagem para se tornar um fator estratégico de competitividade. Em um cenário marcado pelo crescimento do e-commerce, internacionalização dos mercados, pressão por redução de custos e metas de sustentabilidade, cada etapa da cadeia de suprimentos passou a ser analisada sob a ótica da eficiência. Nesse contexto, a embalagem assume um papel cada vez mais relevante.

Mais do que proteger o produto, as embalagens metálicas influenciam diretamente a produtividade industrial, a ocupação de cargas, a redução de perdas e o desempenho operacional. Fabricadas em aço ou alumínio, elas oferecem alta resistência mecânica, excelente capacidade de conservação e são totalmente recicláveis, características que as tornam aliadas da logística industrial moderna.

Segundo a ABRE, a indústria brasileira de embalagens movimentou R$ 165,7 bilhões em 2025, representando aproximadamente 2,8% da indústria de transformação nacional, reforçando a importância estratégica do setor para a economia brasileira.

 

A embalagem como parte da estratégia logística

A eficiência logística começa muito antes da expedição do produto. A escolha da embalagem influencia diretamente o transporte, a armazenagem, a movimentação e até o índice de perdas ao longo da cadeia.

Embalagens metálicas suportam maiores cargas de empilhamento, apresentam elevada resistência a impactos e oferecem excelente estabilidade durante o transporte, reduzindo avarias e devoluções. Além disso, sua padronização favorece processos automatizados de envase, paletização e armazenagem, aumentando a produtividade das operações.

Outro diferencial é a capacidade de proteger o conteúdo contraluz, oxigênio e umidade, preservando a qualidade dos produtos por mais tempo e reduzindo desperdícios, especialmente nas indústrias de alimentos, bebidas e farmacêutica. Comparativo logístico:

 

Característica Embalagens Metálicas Benefício para a logística
Resistência mecânica Alta Menor índice de avarias
Empilhamento Excelente Melhor aproveitamento do espaço
Barreira contraluz, oxigênio e umidade Total Maior conservação dos produtos
Compatibilidade com automação Elevada Maior produtividade industrial
Reciclabilidade Infinita Fortalece a economia circular

 

Por que as embalagens metálicas ganham espaço nas cadeias modernas

A busca por maior eficiência operacional tem levado empresas de diversos segmentos a investir em soluções que aumentem a confiabilidade da cadeia de suprimentos.

Embalagens de aço e alumínio oferecem vantagens competitivas importantes: elevada resistência, longa vida útil, excelente desempenho no transporte e proteção superior do produto. Essas características reduzem perdas, minimizam riscos durante a distribuição e contribuem para a segurança alimentar.

Em comparação com outros materiais, as embalagens metálicas se destacam principalmente em aplicações que exigem alta barreira contra agentes externos, como alimentos, bebidas, produtos químicos, cosméticos e farmacêuticos. Em vez de substituir outras soluções, elas atendem aplicações em que resistência, durabilidade e preservação do conteúdo são fatores críticos.

 

Performance logística: menos perdas, maior eficiência

Reduzir desperdícios significa reduzir custos. Por isso, a embalagem passou a ser considerada um ativo estratégico dentro da logística.

Sua resistência diminui quebras durante transporte e armazenagem, reduzindo devoluções e perdas de produtos. Além disso, formatos padronizados facilitam a automação de linhas de produção e centros de distribuição, aumentando a velocidade operacional.

Essa eficiência também favorece operações internacionais. Produtos destinados à exportação enfrentam longos períodos de transporte e diferentes condições climáticas, exigindo embalagens capazes de preservar suas características até o destino.

Segundo a ApexBrasil, alimentos e bebidas seguem entre os principais segmentos exportadores do país, tornando a qualidade da embalagem um fator essencial para manter a competitividade internacional. Em números:

 

Indicador

 

Dado

 

Valor da indústria brasileira de embalagens (2025)

 

R$ 165,7 bilhões

 

Participação na indústria de transformação

 

2,80%

 

Índice de reciclagem das latas de alumínio para bebidas no Brasil

 

Acima de 95%

 

Material das latas

 

100% reciclável

 

Fontes: ABRE, Abralatas.

 

Sustentabilidade também é eficiência logística

Sustentabilidade deixou de ser apenas uma exigência regulatória para se tornar um diferencial competitivo. Nesse contexto, as embalagens metálicas contribuem diretamente para estratégias de ESG e economia circular.

Tanto o aço quanto o alumínio podem ser reciclados inúmeras vezes sem perda significativa de qualidade, reduzindo a necessidade de matérias-primas virgens e diminuindo o impacto ambiental da produção.

O Brasil é referência mundial na reciclagem de latas de alumínio para bebidas, mantendo índices superiores a 95%, segundo a Abralatas. Já as embalagens de aço também contam com cadeias estruturadas de reciclagem, fortalecendo a logística reversa e reduzindo emissões de carbono associadas ao ciclo produtivo.

Além disso, ao aumentar a vida útil dos produtos e reduzir desperdícios de alimentos, as embalagens metálicas contribuem para uma cadeia de suprimentos mais eficiente e sustentável.

 

O futuro da logística passa pelas embalagens inteligentes

À medida que a logística evolui, as embalagens metálicas consolidam seu papel como um componente estratégico da cadeia de suprimentos. Sua resistência, durabilidade, capacidade de conservação e elevada reciclabilidade contribuem para reduzir perdas, aumentar a produtividade operacional e fortalecer práticas de economia circular.

Mais do que proteger produtos, elas ajudam empresas a reduzir custos, aumentar a eficiência logística, atender às exigências de sustentabilidade e construir cadeias de suprimentos mais resilientes e preparadas para os desafios do futuro.

 

OneCan Metal Can Expo & Summit: o encontro da indústria de embalagens metálicas

Quem busca acompanhar essa transformação encontra na OneCan Metal Can Expo & Summit o principal ponto de encontro da indústria de embalagens metálicas na América Latina. Realizada de 06 a 08 de abril de 2027, no Distrito Anhembi, em São Paulo, a OneCan nasce como o primeiro evento da América Latina dedicado exclusivamente ao setor de embalagens metálicas.

Durante os três dias de evento, fabricantes de embalagens, fornecedores de matérias-primas, tecnologias, equipamentos, soluções logísticas, marcas de alimentos, bebidas, cosméticos, químicos e farmacêuticos estarão reunidos para discutir inovação, sustentabilidade, digitalização, eficiência operacional e os desafios do futuro da cadeia produtiva.

Para empresas que desejam aumentar sua competitividade, apresentar novas tecnologias, produtos e construir parcerias estratégicas, a OneCan representa o ambiente ideal para acelerar negócios, gerar conexões qualificadas e antecipar as tendências que irão moldar o futuro da indústria de embalagens metálicas.

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Logística reversa também é inclusão produtiva https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/logistica-reversa-tambem-e-inclusao-produtiva/ https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/logistica-reversa-tambem-e-inclusao-produtiva/#respond Wed, 10 Jun 2026 14:53:57 +0000 https://naveggo.com.br/clientes/onecan/?p=1675 No Brasil, a logística reversa conecta a gestão de resíduos à geração de renda e ao desenvolvimento local
Por Thais Fagury*

A logística reversa costuma ser tratada, no debate público, como uma obrigação ambiental ou regulatória. No entanto, no contexto brasileiro, seu papel vai muito além do cumprimento de metas: ela se configura como uma das principais engrenagens de inclusão produtiva do país, conectando a gestão de resíduos à geração de renda e ao desenvolvimento local.

Os números ajudam a dimensionar esse desafio. Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento indicam que apenas cerca de 4% dos resíduos sólidos urbanos são reciclados formalmente no Brasil. Trata-se de um índice baixo, especialmente quando comparado ao potencial de recuperação de materiais disponíveis. Dentro dessa lacuna, há um protagonista muitas vezes invisibilizado: os catadores.

Segundo o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), esses trabalhadores são responsáveis por mais de 90% de tudo o que é reciclado no país. Isso evidencia que a eficiência da logística reversa não depende apenas de sistemas formais, mas está diretamente ligada à estruturação, valorização e integração desses profissionais na cadeia.

Quando há investimento em organização e infraestrutura, os resultados são concretos. Estudos apontam que cooperativas estruturadas podem triplicar sua produtividade com acesso a equipamentos, capacitação e canais estáveis de comercialização. Esse ganho operacional se traduz em aumento de renda, maior previsibilidade e melhores condições de trabalho.

No caso das embalagens de aço, esse ciclo tende a ser ainda mais eficiente. O material possui alto valor de revenda, ampla aceitação pela indústria recicladora e uma vantagem operacional relevante: pode ser separado por magnetismo, o que reduz perdas e aumenta a eficiência da triagem. De acordo com a World Steel Association, o aço é o material mais reciclado do mundo, com mais de 650 milhões de toneladas recicladas anualmente.

É nesse contexto que iniciativas estruturadas fazem diferença. A atuação da Prolata Reciclagem ilustra como a logística reversa pode ir além da destinação correta de resíduos. Ao conectar indústria, cooperativas, operadores e siderúrgicas, a entidade contribui para organizar fluxos, qualificar processos e garantir que as embalagens de aço retornem ao ciclo produtivo de forma eficiente.

Na prática, estruturar essa cadeia significa aumentar a produtividade, reduzir perdas e melhorar a qualidade do material reciclado. Mas significa também algo mais amplo: gerar renda de forma mais consistente, fortalecer organizações locais e ampliar as oportunidades para quem já sustenta a reciclagem no Brasil.

Outro aspecto relevante está na retenção de valor na economia. Estudos do Banco Mundial indicam que cadeias de reciclagem mais estruturadas aumentam a circulação de renda em nível local, potencializando os impactos econômicos positivos da gestão de resíduos.

Por isso, limitar a logística reversa a uma pauta ambiental é reduzir seu verdadeiro alcance. Quando bem estruturada, ela se consolida como uma política prática de desenvolvimento: reduz impactos ambientais, fortalece cadeias produtivas e promove inclusão produtiva em larga escala.

Mais do que uma obrigação, trata-se de uma oportunidade concreta de alinhar eficiência operacional, responsabilidade ambiental e impacto social, e de reconhecer que, no Brasil, a economia circular já nasce, em grande parte, pelas mãos de quem vive dela.


**As opiniões expressas e os dados apresentados em artigos são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente, o posicionamento dos editores do Conecta Verde.

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Em conferência, ABAS discute avanços no setor e premia inovações em aerossóis com foco em sustentabilidade https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/em-conferencia-abas-discute-avancos-no-setor-e-premia-inovacoes-em-aerossois-com-foco-em-sustentabilidade/ https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/em-conferencia-abas-discute-avancos-no-setor-e-premia-inovacoes-em-aerossois-com-foco-em-sustentabilidade/#respond Wed, 10 Jun 2026 14:51:17 +0000 https://naveggo.com.br/clientes/onecan/?p=1670 Encontro da entidade foi realizado nos dias 6 e 7 de maio

Nos dias 6 e 7 de maio, a  Associação Brasileira de Aerossóis (ABAS) realizou a 2ª Conferência e Reconhecimento de Inovação de Aerossóis do Brasil, em Louveira (SP).

O encontro reuniu lideranças e especialistas da cadeia de aerossóis para debater tendências, inovação, mercado e os desafios que impactam o setor.

Acerca da premiação, a entidade reconheceu as iniciativas de destaque na indústria de aerossóis e os vencedores na categoria Sustentabilidade foram:

– Bronze
Ball
 – tubo aerossol certificado pelo ASI

– Prata
Zempack
 – inovação voltada à redução da quantidade de cobre utilizado

– Ouro
Beiersdorf
 – Nivea antitranspirante aerosol 100% ReA

“Fortalecer a inovação e a sustentabilidade na indústria de aerossóis é um dos pilares da ABAS. É o que garante a longevidade, a expansão e o protagonismo de um setor que já é líder em produção na América Latina e o 4º maior do mundo. Iniciativas como esta vão muito além do reconhecimento: elas inspiram todo o setor, movimentam negócios e geram impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente. Quando celebramos quem inova, criamos um ciclo virtuoso que eleva o Brasil inteiro”, destaca Alyne Freitas, presidente-executiva da ABAS.

Além da premiação, ao longo dos dois dias do encontro, os participantes acompanharam palestras e painéis estratégicos, com conteúdo técnico e discussões sobre temas relevantes para o mercado de aerossóis, como “ESG que gera resultado”. Outro destaque da programação foi o painel “Economia circular: exigências e oportunidades”, que abordou como transformar demandas ambientais em oportunidades de negócio e reuniu Fábio Brasiliano, Lead Director for Environment da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC); Fabrício Soler, advogado da S2F Partners; Renata Vilarinho, diretora-presidente do Instituto Giro; e Thais Fagury, presidente-executiva da  Associação Brasileira da Embalagem de Aço (ABEAÇO), com mediação de Elen Nunes, fundadora, head de conteúdo e RP do Conecta Verde.

O painel trouxe atualizações relevantes sobre avanços e desafios da circularidade no setor, incluindo a reclassificação da embalagem vazia de aerossol como resíduo não perigoso, condição conquistada pela ABAS em novembro de 2024; o primeiro estudo científico sobre reciclagem de aerossóis no Brasil; a proposta de Decreto de Metais, que inclui explicitamente o aerossol em seu escopo e será encaminhada ao Ministério do Meio Ambiente; além do desenvolvimento do plano nacional de educação do consumidor.

Dessa forma, o painel reforçou a importância de conectar envasadores, donos de marca, fabricantes de embalagens e demais profissionais da cadeia às discussões estratégicas que impactam diretamente o futuro do setor, demonstrando o alinhamento da entidade com as demandas atuais do mercado, da sustentabilidade e da inovação na indústria de aerossóis.

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Setor de latas de alumínio encerra 2025 com 34,1 bilhões de unidades vendidas https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/setor-de-latas-de-aluminio-encerra-2025-com-341-bilhoes-de-unidades-vendidas/ https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/setor-de-latas-de-aluminio-encerra-2025-com-341-bilhoes-de-unidades-vendidas/#respond Tue, 09 Jun 2026 21:18:18 +0000 https://naveggo.com.br/clientes/onecan/?p=1660 O setor brasileiro de latas de alumínio para bebidas vendeu 34,1 bilhões de unidades em 2025, o segundo maior volume da série histórica, segundo a Associação Brasileira da Lata de Alumínio (Abralatas). O número, um pouco abaixo do recorde de 2024, mostra uma mudança de perfil: o motor do mercado já não são as categorias tradicionais, mas segmentos emergentes que ganharam espaço nas gôndolas e nos hábitos de consumo.

Novas categorias lideram o crescimento

A água em lata cresceu 24% em relação a 2024 e se firmou como a principal aposta do setor para os próximos anos, ainda que represente uma fatia pequena do total. Drinques prontos (RTD), sucos, energéticos e cachaça em lata também avançaram. Na direção contrária, cerveja e refrigerantes, que respondem pelo maior volume, registraram leve retração, reflexo de um consumo mais cauteloso ao longo do ano.

“Passamos de um mercado concentrado em duas categorias para um setor que acompanha a fragmentação dos hábitos de consumo. Operar acima de 34 bilhões de unidades, mesmo sem o impulso de cerveja e refrigerante, mostra a robustez da indústria”, afirma Cátilo Cândido, presidente executivo da Abralatas.

Indústria amplia capacidade instalada

O otimismo se traduz em investimentos concretos. A Ball reabriu fábricas em Minas Gerais, a Ardagh ampliou sua capacidade recentemente, a Canpack irá inaugurar uma unidade em Poços de Caldas (MG) e a Crown está expandindo a fábrica de Ponta Grossa (PR). Os aportes sinalizam que a indústria trabalha com a premissa de crescimento contínuo da demanda.

Projeção para 2026

A Abralatas projeta um novo ciclo de alta para 2026, sustentado pela combinação de três fatores: a consolidação das novas categorias, a maturação dos investimentos fabris e um calendário de eventos favorável ao consumo, que inclui feriados prolongados e a Copa do Mundo. “A diversificação deixou de ser tendência e virou estrutura. É isso que nos dá confiança para projetar crescimento mesmo em um cenário macroeconômico incerto”, completa Cândido.

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Indústria de latas de alumínio amplia investimentos em reuso de água para reduzir consumo hídrico e aumentar eficiência operacional https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/industria-de-latas-de-aluminio-amplia-investimentos-em-reuso-de-agua-para-reduzir-consumo-hidrico-e-aumentar-eficiencia-operacional/ https://onecan.koelnmesse.fivestart.com.br/industria-de-latas-de-aluminio-amplia-investimentos-em-reuso-de-agua-para-reduzir-consumo-hidrico-e-aumentar-eficiencia-operacional/#respond Tue, 09 Jun 2026 21:17:34 +0000 https://naveggo.com.br/clientes/onecan/?p=1658 Operações industriais do setor vêm adotando soluções de tratamento e reaproveitamento como estratégia para fortalecer eficiência produtiva, sustentabilidade e segurança operacional

A busca por maior eficiência hídrica e redução do consumo de água potável tem levado indústrias de latas de alumínio a ampliar investimentos em soluções de tratamento e reuso dentro de suas operações industriais. Em um cenário de maior pressão sobre os recursos hídricos e avanço das agendas ambientais corporativas, empresas do setor vêm tratando a água cada vez mais como um ativo estratégico para a manutenção das operações e para o fortalecimento de metas ligadas à sustentabilidade.

O tema ganha espaço às vésperas da Semana do Meio Ambiente, especialmente diante da crescente discussão sobre resiliência hídrica, economia circular e eficiência operacional na indústria.

A Abralatas, associação que representa a indústria brasileira da lata de alumínio, acompanha o avanço dessa agenda dentro do setor e destaca que a busca por soluções capazes de reduzir o consumo de recursos naturais faz parte de um movimento mais amplo em direção a modelos produtivos de menor impacto ambiental.

De acordo com a entidade, o segmento vem consolidando práticas alinhadas às agendas ESG, com investimentos contínuos em inovação, reciclagem, gestão de resíduos, descarbonização e uso eficiente de recursos hídricos. “A sustentabilidade está diretamente ligada à competitividade e à resiliência do setor. O avanço de soluções voltadas à eficiência hídrica reforça o compromisso da cadeia com operações cada vez mais responsáveis e preparadas para os desafios ambientais futuros”, afirma Guilherme Canielo, Gerente de Assuntos Corporativos da Abralatas.

Uma das operações industriais apoiadas pela Opersan, empresa especializada em soluções ambientais para a indústria, exemplifica esse movimento. Em funcionamento desde 2019, o sistema trata aproximadamente 16 mil metros cúbicos de efluentes complexos por mês e alcança taxa de reaproveitamento de cerca de 76% da água tratada.

A operação funciona de forma contínua, 24 horas por dia, integrando etapas de tratamento físico-químico, biológico e membranas de ultrafiltração (MBR), seguidas por polimento final com osmose reversa, permitindo o reaproveitamento da água tratada nos próprios processos industriais.

Segundo a empresa, além da redução significativa do consumo de água potável, o sistema também proporciona ganhos operacionais e econômicos relacionados à menor necessidade de captação hídrica e à redução de custos ligados à compra de água e à disposição final de efluentes.

“A água deixou de ser apenas um recurso operacional e passou a ocupar uma posição estratégica dentro da indústria. Soluções de tratamento e reuso ajudam as empresas a reduzir desperdícios, aumentar eficiência hídrica e trazer mais segurança operacional para as plantas industriais, especialmente em cenários de maior pressão sobre os recursos naturais”, afirma Paulo Paschoal, diretor de Operações da Opersan.

Além dos ganhos econômicos e operacionais, o modelo também contribui para a redução da pressão sobre recursos hídricos e para o fortalecimento de práticas ligadas à economia circular e à agenda ESG da indústria. Entre os resultados observados na operação estão a substituição do consumo de recursos hídricos nobres por água de reuso, a diminuição da demanda por captação hídrica, a diminuição do volume de efluentes descartados e o aumento da eficiência hídrica da planta.

A adoção de soluções desse tipo também vem sendo vista pela indústria como uma forma de aumentar a resiliência operacional diante de cenários de restrição hídrica e maior irregularidade climática, tema que passou a ocupar espaço relevante dentro das estratégias corporativas de médio e longo prazo.

A Abralatas também avalia que temas relacionados à segurança hídrica, circularidade e adaptação climática devem ganhar cada vez mais relevância nas operações industriais nos próximos anos. “A indústria de latas de alumínio vem ampliando sua atuação em pautas ligadas à sustentabilidade, eficiência e economia circular. O fortalecimento dessas iniciativas contribui para o desenvolvimento de uma cadeia produtiva mais inovadora e alinhada às demandas de baixo carbono”, conclui Guilherme Canielo, Gerente de Assuntos Corporativos da Abralatas.

Sobre a Opersan:

A Opersan é uma empresa brasileira com mais de 40 anos de experiência em gestão de águas e efluentes, com atuação nacional e presença nos setores industrial e urbano. A companhia desenvolve soluções integradas para tratamento, reúso, operação e manutenção de sistemas hídricos, apoiando empresas na redução de custos, na segurança operacional, na conformidade ambiental e na gestão eficiente da água. Com cerca de 60 operações em todo o país, seis Centrais de Tratamento próprias, mais de 600 clientes ativos e uma equipe de mais de 400 colaboradores, a Opersan combina engenharia, tecnologia e inteligência aplicada para transformar a água em um ativo estratégico de competitividade e sustentabilidade.

Sobre a Abralatas:

Fundada há 23 anos, a Abralatas é a voz do setor de latas de alumínio para bebidas no Brasil. Com o objetivo de representar os interesses comuns de suas associadas, une empresas de todas as etapas do processo produtivo e trabalha pelo fortalecimento e desenvolvimento do setor, sempre por meio de estímulos à economia circular.

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